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Canga

Canga

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R$21,90
Formato: Impresso
Edição: 7
Ano de publicação: 0
Número de páginas: 84
ISBN: 9788577290741
Sinopse Sobre o autor Comentários (0)
Na última parte de canga (""lisura""), nejar parece ter concentrado tudo na experiência de jesualdo monte, mas de tal maneira que o seu trágico mais se assemelha a uma fusão de páscoa e sexta-feira santa, trazida no clima de um outono distante, a vida e a morte nostálgicas uma da outra, na infância como na juventude, na expectativa do homem que é seu próprio destino truncado, e, no entanto, destino. (...) se me fosse imposta a necessidade de eleger, no âmbito da poética de nejar, eu elegeria, para minha própria morte, os poemas de ""lisura"".(ernani reichman) 7ª Edição revisada pelo autor
Livros
Autor Carlos Nejar
Biografia

Poeta e romancista. Nasceu em 11.01.1939, em Porto Alegre, RS. Considerado por muitos como o "Poeta do Pampa". De acordo com o grande crítico lusitano, Jacinto do Prado Coelho, "Poeta da condição humana", um caso único, com caminho diferente na atual poesia de língua portuguesa. Pertence à Academia Brasileira de Letras, ao Pen Club do Brasil e à Academia Brasileira de Filosofia. O seu primeiro livro de poemas, Sëlesis, foi publicado em 1960. Desde então vem publicando uma obra que se destaca pela originalidade e visão do mundo. Entre os seus livros, cabe ressaltar: Livro de Silbion (1963), O campeador e o vento (1966), Danações (1969), Ordenações (1971), Canga (1971 e 1993, 4. ed. em português e espanhol), O poço do calabouço (1974, em 3. ed.), Somos poucos (1976), Árvore do mundo (1977, 2a. ed.), O chapéu das estações (1978), Os viventes (1979), Um país o coração (1980), Obra poética I (1980). Todos esses cinco volumes anteriores foram publicados pela Editora Nova Fronteira, e atualmente estão esgotados. Entre os últimos livros publicados: Memórias do porão (1985), Fausto (1987, 2. ed.), Miguel Pampa (1991, 2. ed.), Antologia (a Genealogia da palavra (1989, Iluminuras), Elza dos pássaros, ou A ordem dos planetas (1993, Nejarim/Paiol da Aurora); todos no gênero poético. E a rapsódia sobre o Brasil, A idade da aurora (1990). Na área da novela publicou Um certo Jaques Netan (1991, Aché, SP, e Record, Rio) e O túnel perfeito (1994, Relume-Dumará), com edição ampliada e definitiva. Em 2005, o romance O poço dos milagres (Bertrand), recebeu o prêmio da Sociedade dos Críticos de Arte de São Paulo, como o melhor livro do gênero;e em 2006, Riopampa, ou O moinho das tribulações (2000, Bertrand), recebeu o Prêmio Machado de Assis, da Fundação da Biblioteca Nacional, entre outros livros. Detém os prêmios Monteiro Lobato e o da Associação de Críticos Paulistas de Arte, na área do livro infanto-juvenil, com Era um vento muito branco e Zão. Recebeu o troféu Cassiano Ricardo, do Clube de Poesia de São Paulo. Tem poemas e livros traduzidos em vários idiomas, sendo estudado nas universidades do Brasil e do exterior. Como ele próprio reconhece, Carlos Nejar continua sendo um "procurador de almas e poemas", em mais de 45 anos dedicados à poesia e à arquitetura literária. Reside no Rio de Janeiro, RJ.

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